Exemplos |
OESTE ª AD3 © R864 ¨ AV32 § A5 |
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ESTE ª R62 © A53 ¨ RD74 § RD92 |
Existem doze vazas rápidas: três em espadas, duas em copas, quatro em oiros e três em paus. |
EXEMPLO 1 |
NORTE ª A2 © R83 ¨ A54 § ADV32 |
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OESTE ª RV10 © DV109 ¨ R32 § 765 |
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ESTE ª D9875 © 62 ¨ DV10 § 1094 |
SUL ª 643 © A754 ¨ 9876 § R8 |
Estabeleceu um contrato de 3ST, o que equivale a dizer que tem de realizar nove vazas. A saída foi à ©D. Ao aparecer o morto, a primeira tarefa do declarante, consiste em contar o número de vazas rápidas existentes no seu campo. No caso em análise temos: 1 vaza em espadas (A), 2 vazas em copas (A e R), 1 vaza em oiros (A) e 4 vazas em paus (A,R,D,V), o que perfaz oito vazas. A vaza que lhe falta só poderá ser obtida no naipe de paus. Possui sete cartas do naipe (cinco em Norte e duas na mão), sobrando apenas seis cartas para o flanco. Para além disso, possui as quatro principais honras, que lhe permitirão esgotar todas as cartas em poder do flanco, apurando a quinta carta do morto, desde que nenhum jogador do flanco possua mais de quatro cartas no naipe. Ao manejar o naipe de paus, respeite a regra já mencionada anteriormente e jogue, em primeiro lugar, a honra do lado mais curto, a fim de evitar problemas de bloqueio. |
EXEMPLO 2 |
NORTE ª RV43 © A85 ¨ 943 § 765 |
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OESTE ª A76 © DV103 ¨ 72 § RV32 |
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ESTE ª 109 © 974 ¨ RDV108 § D109 |
SUL ª D862 © R62 ¨ A65 § A84 |
O contrato de 1ST estabelecido, obriga-o a realizar sete vazas. Oeste saiu à ©D. Em vazas rápidas possui: nenhuma em espadas, 2 em copas, 1 em oiros e 1 em paus, para um total de quatro vazas. Obedecendo ao princípio já referido, está na situação de não poder realizar as vazas rápidas, sem descobrir solução para as três vazas que lhe faltam. Ao examinar os dois jogos, poderá verificar que o naipe de espadas será o seu naipe de trabalho. Com as honras existentes, força a saída do ªA, promovendo as honras secundárias.. |
EXEMPLO 3 |
NORTE ª AD © AR ¨ V9642 § 6542 |
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OESTE ª 7532 © 72 ¨ R3 § DV1098 |
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ESTE ª 109864 © 1098 ¨ AD10 § R7 |
SUL ª RV © DV6543 ¨ 875 § A3 |
Este exemplo é bastante
mais complicado. O contrato é 3ST e Oeste saíu
à §D. Contando vazas, temos: 2 em espadas,
apesar das quatro principais honras, 4 em copas, sem comunicante
entre as duas mãos (A e R isolados), nenhuma vaza em oiros
e 1 vaza em paus, para um total de sete vazas. O naipe de copas
será, neste caso, o seu naipe de trabalho. A existência
de oito cartas em linha com as quatro honras principais, garante-lhe
praticamente a possibilidade de realizar todas as vazas possíveis,
i.e., um número de vazas igual ao número de cartas
da mão mais comprida no naipe. No nosso caso seis vazas
e o cumprimento do contrato. Uma vez mais, terá de ter
em atenção o problema das comunicantes. A saída
a paus retirou-lhe uma comunicante - o §A.
Jogue o ©A e o ©R. Para regressar à sua mão, terá de cobrir a ªD com o ªR, a fim de poder usufruir das restantes vazas em copas. |
EXEMPLO 4 |
NORTE ª 765 © ADV10 ¨ 432 § 654 |
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OESTE ª V1098 © R98 ¨ D876 § R10 |
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ESTE ª AD2 © 762 ¨ V1095 § DV9 |
SUL ª R43 © 543 ¨ AR § A8732 |
Com um contrato de 1ST (7 vazas) para cumprir e depois da saída ao ªV, o declarante (SUL) pode contar 5 vazas - 1 em espadas (depois da saída), 1 em copas, 2 em oiros e 1 em paus. O naipe de copas será o naipe de trabalho para as vazas que faltam, através de uma técnica de carteio que estudaremos em pormenor mais à frente - a passagem. Jogando sucessivamente da mão do declarante em direcção ao morto, o naipe de copas poderá fornecer 4 vazas, sempre que o ©R esteja em OESTE. A sequência do jogo será - ganha a 2ª vaza com o ªR e joga copa para o ©10. Ganha a vaza, regressa à mão no ¨A e repete a manobra em copas, jogando para o ©V. Ganha a vaza, regressa no ¨R e volta a jogar copas. O aparecimento do ©R permite-lhe contabilizar 4 vazas no naipe, para um total de 8 vazas no jogo. |